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Dr.Nássere R. Aidar
 - IN MEMORIAM
Cirurgião Dentista

    Através das estatísticas da Organização Mundial da Saúde, 90% da população mundial tem problemas gengivais, acarretados pela má higienização bucal, hábitos irregulares na alimentação, alcoolismo, tabagismo, drogas e estresse (tensão reprimida: bruxismo) que pode levar aos desgastes dos dentes, a sua identidade anatômica natural, sangramento da gengiva, halitose (mau hálito) e até mesmo a perda dos mesmos.

    Fazendo apologia do uso da camisinha, o sexo tornou-se banal e que praticado sem os cuidados necessários tem levado a pratica do sexo oral sem a dimensão exata do perigo iminente das doenças que afetam a boca.

   A partir da década de 70, o Dr. Fiumara, dos EUA, fez um estudo a respeito das doenças venéreas de repercussão na cavidade bucal, e chegou a conclusão de que das 14 doenças transmissíveis sexualmente, 9 foram relacionadas como tendo de interesse na medicina oral.

   Com o uso de drogas, tabagismo e alcoolismo, levaram a grande parte da nossa juventude a praticar o sexo ao nível de libertinagem e sem os cuidados necessários para evitar o contagio (gengivite gonorréica, faringite gonocócica, entre outras, e AIDS).

   Nos EUA, já tem a disposição das firmas na seleção de seus funcionários um kit que detecta a presença do HIV na saliva e foi positivo em 99,9% dos 3.600 casos examinados.

   Hoje os profissionais da área estão aptos a tratamento dessas doenças gengivais sem cirurgia, indolores, com o uso de soluções bucais apropriadas, após o levantamento do pH Salivar (que mede a saliva acida, neutra ou básica) com o uso de pastas dentais apropriadas, fios ou fitas e escovas interdentais, evitando problemas mais graves como a retração gengival, que alonga os dentes, comprometendo a estética do sorriso, e em muitos casos a perda dos mesmos.