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Dra. Tânia Mara Olmedo

 
Endocrinologia
 Metabolismo
 Nutrologia
 Medicina biomolecular

A obesidade e problemas decorrentes desta patologia no visual, como gordura localizada, celulite, flacidez, estrias, fazem dolorosa parte da vida de muitas pessoas hoje em dia.

   Há dados alarmantes do crescimento da Obesidade nos últimos dez anos que se persistirem poderão tomar rumos de epidemia em 2010.

   Ofertas de remédios, métodos milagrosos para emagrecer, dietas da moda - dieta com pouco carboidrato - dieta com muita gordura - dieta com frutas - dieta só com um tipo de alimentos e outras que restringem alguns ou diversos alimentos parecem atrair milhares de seguidores, e além de "perder peso" também podem gerar fadiga, dores de cabeça, queda da resistência do organismo, tendência a depressão e atração de outras doenças, além de que na maioria das vezes, a maior parte do peso que se perde nessas dietas vêm de líquidos, sendo prontamente readquirindo o peso perdido assim que se abandona a dieta.

   Segundo o mais recente evento endocrinológico realizado em Gramado, sobre Atualização em Endocrinologia - o real motivo de que essas dietas da moda parecem funcionar, se restringe apenas a redução de calorias que todos geram, porém cada tipo de dieta restritiva pode gerar conseqüência a saúde que só prejudicarão essas pessoas a longo prazo. 

   O ideal ainda deve ser a reeducação alimentar, visando a parte nutritiva, se é possível seguir a dieta por mais do que apenas poucas semanas; se o consumo de calorias é adequado; se para seu estilo de vida é possível cumprir esta dieta.

 Não se engane, a única maneira de emagrecer e conservar é aprender e adotar novos hábitos alimentares que possam ser praticados pelo resto de sua vida.

Para tal orientação sempre um profissional competente - Nutricionista - Nutrólogo - Endocrinilogista deve ser procurado.

   É preciso ter "auto consciência" dos erros alimentares e dos hábitos do dia a dia, que nem sempre são tão bons e uma boa instrução sobre o adequado para poder descobrir as reais necessidades e poder mudar.

É preciso acima de tudo "querer" essa mudança.

   Uma pesquisa da Harvard Medical School, nos EUA, sugere que o corpo humano alcança o limite de perda de peso que se pode perder em 12, então estabiliza-se e passa a não perder mais peso, pelo menos por um tempo, o nosso corpo, ao que parece, não consegue aceitar bem uma perda de peso acima de 5 a 10% do seu total de uma só vez.
   Por isso, programas de emagrecimento podem gerar resultados mais duradouros se apresentarem freqüência neste acompanhamento individual das necessidades de cada indivíduo.

   Em pesquisa de 17 anos, pesquisadores mediram o sucesso de 1640 pacientes que segurariam um programa para perder peso idealizado no Hospital Municipal de Copenhagen, na Dinamarca. O programa apresentava aulas de nutrição, aconselhamento individual com acompanhamento pessoal com exercícios e estética. 

   O resultado de quem comparecia toda semana e seguia os aconselhamentos mostrava que estas pessoas perdiam peso toda semana e não tornavam a ganhá-lo. Aqueles que compareciam irregularmente, perdiam peso irregularmente e apresentavam dificuldades para não recuperá-lo. Portanto, quando se decide por um programa, o sucesso deste está em ser cumprido à risca. Por fim, se uma dieta for bem programada, e acompanhada por um esquema adequado de exercícios físicos, é mais fácil reequilibrar o desequilíbrio crônico entre a energia que se consome e a energia que se precisa.

   Apesar do gasto metabólico basal de cada pessoa ser realmente individual, um fator de aumento deste gasto metabólico está nos exercícios; além de contribuição de redução da massa gordurosa e aumento de massa muscular do corpo, auxiliando o resultado. 
Programe-se e busque reais soluções para sua necessidade e lembre-se sempre que o emocional e uso de diversas medicações são fatores que sempre devem ser pesados em seu tratamento.