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Dra. Keila Cristina A. Carrazone
Psicóloga Clínica
Especialista em Psicossomática

 

 

   A obesidade tornou-se muito comum em nossa época, causando grande sofrimento a muitas pessoas. Prejudica a saúde, cria condições de limitação na vida social e, em muitos casos, dá ensejo a outras doenças.

   Quem come em excesso geralmente é ansioso. Por um processo natural de compensação, a ansiedade leva as pessoas a buscar no alimento uma redução de sua tensão emocional.

   Para aliviar a ansiedade e a tensão decorrentes da ameaça, a pessoa come e, comendo, compensa o desequilíbrio psicológico, embora na maioria das vezes não tem consciência disso. Os que reagem dessa forma tem baixo limiar de tolerância às frustrações e dificuldades de elaborar psiquicamente conflitos emocionais.

   A pessoa obesa tende a ter uma má imagem de si mesma, com desvalorização de seu corpo e conseqüentes reflexos na sexualidade e na felicidade.

   A baixa auto-estima é agravada pela marcação cerrada dos pais e pessoas próximas. Pessoas estas que acabam recriminando-os, colaborando no agravamento da angústia, ansiedade, insegurança, nervosismo e depressão, que com freqüência estão associadas à obesidade.

   Outro problema sério é o desconforto e angústia gerados pela pressão familiar sobre uma adolescente obesa, ocasionando uma anorexia nervosa. Outro motivo que leva a engordar é o desinteresse pela vida, pelos semelhantes, e a dificuldade de relacionamento.

   Quanto ao tratamento, é necessário psicoterapia, dieta hipocalórica, medicamentos e atividade física É muito importante um trabalho conjunto (médico-psicólogo).