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Marisa Poloni
Terapeuta Holística
Especialista em Terapia Floral
e Radiestesia

 

 

  Muito se tem falado e escrito sobre Terapia Floral, seus efeitos, Florais de Bach e etc, porem, pouco se tem estudado sobre a profundidade que o tratamento com as essências florais pode alcançar. Para que possamos entender melhor esse aspecto é necessário compreender o que é ENERGIA e, principalmente, conhecermos as origens de nossos males físicos para que possamos combater as doenças e alcançarmos a SAÚDE. Não só a saúde física, mas, como um todo, a emocional, mental, psíquica e espiritual. A O.M.S. define saúde não apenas como ausência de doença ou moléstia mas um estado de bem-estar físico, mental e social.

   O que é DOENÇA? Quando sentimos a dor física, esse é o primeiro sinal de que estamos doentes? Não. Quando a dor se instala é apenas um aviso de que algo já iniciado há muito tempo não está bem. Ou seja, o corpo é o final do caminho da doença, pois ele nos avisa a existência de um conflito interno entre o que nossa Essência Interior sabe que precisa ser feito e o que nosso Consciente faz. Por exemplo, quando guardamos um sentimento de raiva, sabemos que esta vibração faz mal a nós mesmos, mas não conseguimos evitar. A somatização física desse sentimento poderá se manifestar através de uma cistite ou seja, o corpo nos avisa de que esse sentimento retido está nos fazendo mal. A dificuldade reside em interpretar corretamente a linguagem do nosso corpo para nos conduzir à SAÚDE. 

   Ora, então se a doença se instala no nosso corpo sutil ou campo de energia, se conseguirmos detectar essas perturbações nesse nível estaremos nos prevenindo contra doenças que irão se manifestar fisicamente. É justamente isso que a Terapia Floral propõe: buscar o equilíbrio interior através das vibrações harmônicas das essências florais na nossa ENERGIA, que envolve o nosso corpo físico, pois tudo o que nos acontece, aconteceu e irá acontecer está gravado no campo energético.
   A Terapia Floral utiliza essências que contém energia das flores no auge de sua maturação, não utilizando a parte física da mesma. Dessa forma, é possível tratar dos aspectos sutis de nossa energia sem interferir no corpo físico diretamente. No entanto, à medida que nos equilibramos emocional e psiquicamente, o físico irá reagir.

   As primeiras essências florais descobertas e pesquisadas foram as que o doutor Edward Bach desenvolveu, por isso são as mais conhecidas e utilizadas. Médico inglês com rígida formação acadêmica, percebeu ao longo de sua experiência que os remédios alopáticos não atuavam além do corpo físico, muitas vezes a doença persistia. A partir daí, passou a se interessar pela homeopatia como alternativa para tratar também as emoções e sentimentos em desequilíbrio. Mesmo assim, algumas doenças ainda persistia pois, a origem provavelmente a origem era mais profunda. Foi nesse período que ao fazer uma caminhada matinal em um campo de flores, percebeu que o orvalho retido nas flores, ao ser banhado pelo sol continha uma energia diferente de tudo o que tinha visto. Ao experimentar essa gotícula sentiu imediatamente algo absolutamente diferente de tudo o que tinha experimentado até então. Pôde perceber o que hoje se conhece assinatura da flor, ou seja, aquilo para o qual ela serve ao se utilizar a sua energia. Ao levar essa energia para utilização em seus pacientes percebeu a rápida recuperação dos mesmo, tanto no equilíbrio emocional quanto físico e, até a sua morte em 1936 dedicou o restante de sua vida à pesquisa das Essências Florais, tendo resultado num repertório de 38 essências para vários estados de desequilíbrio.

   A introdução dos Florais de Bach no Brasil, ocorreu na década de 60 e, a partir daí, vem sendo mais e mais utilizados. Outros pesquisadores ao redor do mundo passaram também a se sintonizar com as flores, desenvolvendo outros repertórios de essências que aos poucos vão sendo conhecidos e utilizados. Assim, hoje encontramos repertórios de essências Californianas, Francesas, Australianas, Canadenses, do Alasca, Holandesas, do Deserto e assim por diante. Aqui no Brasil, como não poderia deixar de ser pelo fato de termos uma flora tão rica e abundante, muitos repertórios vêm sendo desenvolvidos sendo que os mais conhecidos são os de Minas, Saint Germain, Rain Forest, Agnes e outros. 
   Com toda essa variedade, como escolher a formulação adequada para cada caso? Em primeiro lugar, é importante que se tenha um acompanhamento de profissional devidamente qualificado para que se obtenha o resultado esperado, pois este estará não só indicando como acompanhando o desenvolvimento do tratamento. Além disso, é importante para o profissional em Terapia Floral ter profundo conhecimento do maior número de essências possíveis para o melhor tratamento. E para isso é importante conhecer as características de cada repertório em sua profundidade, ou seja, até onde a vibração de cada essência atinge o campo de energia pois, se se trabalhar com essências muito superficiais poder-se-á não atingir o ponto de origem do desequilíbrio e o paciente não irá sentir nada, provavelmente ou, por outro lado, se a profundidade for maior do que aquela que o paciente puder absorver, haverá um agravamento dos sintomas ou uma catalização inadequada do efeito.

   Existem várias fórmulas de avaliação pelo profissional em Terapia Floral. Uma delas, clássica, é através da descrição dos sintomas pelo cliente em um questionário mais ou menos padronizado e, a partir daí o terapeuta estará indicando as essências mais adequadas que poderão ser aviadas em farmácia de confiança. Outra forma, menos clássica é utilizar-se de recursos de outras técnicas dentro dos métodos alternativos, principalmente, os que lidam especificamente com energia, uma vez que irá se tratar esse nível e não o corpo físico, e também pelo fato de as essências florais serem sutis. Uma delas é a Radiestesia que capta energia à distância como o sinal de uma estação de rádio. Tal método permite ao terapeuta qualificado ir além dos sintomas descritos pelo cliente, pois estará sintonizado diretamente com as camadas mais profundas da aura humana. Assim, não haverá o julgamento a priori, que muitas vezes impede uma visão e avaliação correta do problema. Tal técnica também permite se fazer a formulação à distância, sem a presença da pessoa no local. É claro que se torna importante a orientação posterior ao cliente, não só para que saiba o rumo do tratamento como também para se estabelecer uma relação de confiança entre o terapeuta e o cliente.

   Outro aspecto que precisa ser cuidado se refere à manipulação das Essências Florais, pois são de natureza diversa de qualquer medicamento, exigindo um cuidado e preparo especiais da parte do manipulador, pois se trata de energia pura, sutil o suficiente para captar as vibrações negativas de quem as está manipulando. Assim, se torna necessário conhecer cuidadosamente a forma idônea de quem prepara a formulação.
   Enfim, ao fazer uso das Essências Florais estará se utilizando do que há de mais avançado e profundo no tratamento preventivo de doenças físicas e, ao mesmo tempo, auxiliando a cura das que já se encontram instaladas no corpo físico.