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Dra. Vincenzina Santangelo

Reumatologista

   A tentativa de integração entre o biológico, psicológico
e o social é abrangente e interessante e traduz
uma maturidade profissional pessoal.

   Alguns autores preferem chamar a Medicina Psicossomática de Medicina Antropológica ou Medicina da Pessoa, abordando o indivíduo como um todo, integrando harmoniosamente o físico e o emocional.

Considerando que as doenças têm um significado simbólico que indica conflitos não resolvidos da alma, é possível compreender a doença de um modo novo e construtivo.

   Como é uma ocorrência que tem sentido, a doença pode ser entendida e também superada. É necessário decifrar o significado da doença para que a pessoa por ela atingida possa caminhar ao amadurecimento e a verdadeira cura.

   A situação existencial do ser humano aqui e agora, física ou psíquica, depende de como se relaciona com o mundo e, da qualidade com que este ser reage à realidade.
   Algumas pessoas adoecem, devido à maneira desarmônica de se relacionar com o mundo, enquanto outras , vivenciando as mesmas experiências e contatando o mesmo mundo, são adaptadas e sofrem menos.
   É necessário reavaliar, periodicamente, as possíveis atitudes do indivíduo, no que se refere a valorizar a realidade, de forma a melhorar sua adaptação ao mundo em que vive. Quando o indivíduo não consegue modificar o mundo, o mais sensato é modificar e reclassificar aquilo que o mundo representa para ele, transformando o valor da realidade no sentido de melhor atender às suas expectativas.
   Quanto mais o médico e o paciente pensarem. sentirem e trabalharem conjuntamente, melhores serão os resultados da terapia. O aprofundamento da ligação entre médico e paciente é de despertar neste, o seu próprio médico interior, ou seja, a sua cura interior.

   Promover esse desenvolvimento é, pois, a mais nobre tarefa do verdadeiro médico.